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O modelo ‘Figital’ no sistema bancário

Carla Pina

Integração do físico com o digital está cada vez mais presente no dia a dia das pessoas

Quando lembramos que há alguns anos éramos praticamente ‘obrigados’ a sair de casa para comprar um presente, pagar uma conta e até mesmo para matar o desejo de comer algo desejado, logo vem à cabeça que hoje isso é bem diferente.

Não há dúvida de que os tempos e formas de consumo mudaram. Seja para fazer compras no supermercado sem sair de casa ou até mesmo para realizar uma transação bancária. É aí que entra o “figital”, conceito que mescla formatos e oferece ao cliente uma forma híbrida para realizar sua compra ou operação. Quando uma empresa se propõe a fazer parte desta nova era, está dizendo que seus processos on e offline estão integrados.

Mas e no ambiente financeiro? Como isso funciona? Um bom exemplo é o fato de as instituições tradicionais redefinirem o papel das agências na estratégia de suas organizações, pois existe um movimento para deixarem de ser centros de backoffice e se tornarem verdadeiras arenas de captação de negócios como empréstimos, créditos imobiliários, seguros, investimentos, etc. O resultado disso é que o atendimento da demanda transacional das agências (saques, depósitos, pagamentos) passam a ser feitos pelos caixas eletrônicos (ATMs). 

O desafio neste caso é: sem o backoffice na agência, quem opera a ATM? A Brink’s tem participado ativamente dessa transformação e assumido cada vez mais o papel de sustentação das redes dos bancos.

Essa transformação dos bancos tradicionais pode levar os digitais a reavaliar suas estratégias quanto aos canais próprios e a Brink’s está preparada para apoiar as instituições na gestão e desenvolvimento das redes de autoatendimento.

O modelo de negócios da Brink’s é flexível e adaptado à realidade de cada organização. Temos uma estrutura de escala global, com operação local que conhece bem a realidade e desafios do mercado nacional.   

Outro ponto a ser destacado é o fato de o acesso dos brasileiros aos serviços bancários ter sido impulsionado pela adoção dos bancos digitais, que, por sua vez, foi um nicho que ganhou força ao longo da pandemia.

Foi o que mostrou um levantamento feito em 2021 pelo Instituto Locomotiva. Cerca de 19% dos brasileiros já possuem conta aberta em bancos digitais, 57% dos entrevistados revelaram que têm conta tanto em bancos tradicionais como digitais. Já entre os jovens (18 a 24 anos), 36% possuem apenas conta digital.

Segundo um estudo realizado pela Fundação Dom Cabral sobre os meios de pagamentos no Brasil, com apoio de BRINK’S, estima-se que esse mercado ainda tem muito potencial a ser explorado, já que 53,4% dos brasileiros preferem o dinheiro como forma de pagamento e que 38,5% não tem conta em banco.

Mesmo diante das transformações vistas nos últimos tempos, não é possível afirmar que um dos modelos – físico ou digital – será o definitivo no que se refere a bancos. Talvez o mais sensato seja ‘apostar’ no figital. 

Fontes
Olhar Digital, Sindilojas e portal Resultados Digitais

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